domingo, 9 de março de 2014

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO NOSSO BOM PASTOR PELO SALMO 23


 Por: Edward Burke Jr.

Já temos relatado algumas vezes acerca do roubo de glória que muitos homens tem tomado para si, ou melhor dizendo, usurpado, que só pertencem ao Senhor. Todos os títulos nas Escrituras que estão com letras maiúsculas se referem ao Senhor, e com letras minúsculas aos homens porque é ofício, serviço e não tem nenhuma glória. Por exemplo:
1- Sumo Pastor: "E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória." (I Pedro 5:4)
2- Bom Pastor: "Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas." (João 10:11)
3- Pastor e Bispo: "Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas." (I Pedro 2:25)
4- Apóstolo e Sumo Sacerdote: "Por isso, irmãos santos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus Cristo, Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão" (Hebreus 3:1)
5- Rei: "E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores." (Apocalipse 19:16)
6- Senhor: "Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso." (Apocalipse 1:8)
7- Cordeiro: "Que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças." (Apocalipse 5:12)
Enfim, todos os títulos que pertencem ao Senhor estão com letras maiúsculas e nenhum outro, no céu, na terra e debaixo da terra pode ter um Nome igual ao seu Nome, porque ele tem um Nome acima de todo nome. E Deus lhe deu este Nome, para que ao Nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.
Portanto, a nossa posição é dobrar os nossos joelhos em reverência ao nosso Senhor, e confessar que Ele é o Senhor, o Bispo, o Pastor, o Apóstolo, o Tudo, para a glória de Deus Pai.
Nos Salmos 23 podemos constatar algumas dessas características do nosso verdadeiro Pastor e Bispo das nossas almas:
Verso 1: O Senhor é o meu pastor, nada me faltará. A maneira como devemos olhar para a Palavra de Deus nunca deve ser de uma forma egoísta, porque tudo que foi escrito fala de Jesus e tudo o que foi feito é por Ele e para Ele. Sem Jesus, nada do que foi feito se fez ou tem algum valor. Então esta expressão "nada me faltará" não diz respeito aos nossos deleites, daquilo que cobiçamos, mas do Senhor que não falta. O nosso pastor nunca vai faltar, Ele nunca nos deixará e nunca nos desamparará, seja qual for a situação. Ele é aquele que é maior do que Davi, que quando vinha um leão ou uma ursa, e tomava alguma ovelha do rebanho, ele a livrava da sua boca. Assim o Senhor tem nos livrado da boca do leão.
Verso 2: Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas. Se há algo que o Senhor se encarregou mesmo antes que o homem fosse criado é com o seu alimento. Mas sabemos que este alimento a qual se refere o Senhor neste salmo é o alimento espiritual que é Ele mesmo, mesmo que o outro também seja necessário, e provido por Ele. Jesus disse que se bebermos e nos alimentarmos dEle nunca teríamos sede nem fome. Ele é o provedor de tudo, e o próprio alimento do seu povo. Ele disse que como cuidamos do nosso corpo e o alimentamos, assim também Ele faz com a Igreja. Portanto, só Ele pode nos dar e ser os pastos verdejantes e águas de descanso, porque todo o resto é feno, palha, e água de cisternas rotas.
Verso 3: Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome. Os tempos de refrigério só são possíveis pela presença do Senhor. Comendo dEle, bebendo dEle, nos alimentando dEle e tomando o seu jugo, aprendemos dEle e encontramos descanso para as nossas almas. Permanecendo nas suas palavras permanecemos nEle e Ele em nós, e nEle vamos conhecer as veredas da justiça, como também da sabedoria, da santificação e da redenção, e dar muito fruto, porque Deus fez tudo isto de Cristo para nós. E tudo isto por amor do seu Nome, um Nome eterno que não será abalado nem envergonhado.
Verso 4: Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. Este bom Pastor está sempre conosco, não dormita, não toscaneja, nunca falta, nem mesmo se passarmos pelo vale da sombra da morte. Ele está conosco, e muito mais do que estar conosco Ele está em nós sendo a ressurreição e a vida. Então, para onde iremos do seu espírito, ou para onde fugiremos da sua presença? Se subir ao céu, lá Ele está; se fizer no inferno a nossa cama, eis que ali Ele está também. Se tomarmos as asas da alva, se habitarmos nas extremidades do mar, até ali a sua mão nos guiará e a sua destra nos susterá. Por isso não temeremos, ainda que a terra se mude. Se o seu amor exigir a sua vara e o seu cajado em nós, sabemos que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Verso 5: Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda. O Senhor aqui nos chama a banquetear com Ele e Ele conosco na presença dos nossos inimigos, mas eles não são chamados a cear, somente a olhar com quem estamos ceando. Os inimigos não são convidados para a mesa, somente para ver a quem o Senhor tem ungido. Não uma unção feita pelos homens como fez Samuel a Saul quando o povo pediu um rei, mas como Deus fez a Davi ungindo-o como rei e dando-lhes as firmes beneficências em Cristo. E não é pouco, uma porção mirada, mas que transborda, da sua plenitude; graça sobre graça.
Verso 6: Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias. Sobre este texto não necessito falar nada, pois são promessas de um Deus que não é homem e que não pode mentir. Apenas peço que comigo olhemos para a plenitude do nosso Senhor e Salvador, e na habitação do seu Espírito que estará conosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Este mesmo Espírito lhe dará visão, cada vez muito mais alta desse bendito Pastor.
Mas, Jesus disse algo importante sobre qual é o pastor que é bom, e cabe a nós observar as suas palavras para que não nos enganemos: "Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas. Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas.".
Qual pastor você deseja que cuide de você? E quando o Sumo Pastor cuidar de você, como Ele bem disse, mesmo que seja por um membro do Corpo de Cristo, um servo seu por amor de Jesus, a quem você dará glória?

As 42 Jornadas no deserto



Segue mais um estudo sobre as jornadas do povo de Israel no deserto.
Por: Luis fontes
Introdução - Parte 8

TEXTO: Nm 33.1-3

Graças as Deus nós vamos dar continuidade a última palavra, estamos perto de entrar na primeira estação desta jornada de 40 anos. Nós vamos caminhar por todas as 42 estações aonde o povo de Israel teve durante aquela peregrinação de 40 anos no deserto. Eu quero ler aqui em Números capítulo 33, versículos do 1 e 3, que dizem:
1 - São estas as caminhadas dos filhos de Israel que saíram da terra do Egito, segundo os seus exércitos, sob as ordens de Moisés e Arão.
2 - Escreveu Moisés as suas saídas, caminhada após caminhada, conforme o mandado do SENHOR; e são estas as suas caminhadas, segundo as suas saídas:
3 - partiram, pois, de Ramessés no décimo quinto dia do primeiro mês; no dia seguinte ao da Páscoa, saíram os filhos de Israel, corajosamente, aos olhos de todos os egípcios.

Muito bem, aqui nós vemos que cada jornada é uma saída, saída de algo e também uma entrada numa nova etapa. Todas essas jornadas significam diversas experiências, as quais se indicam pelo nome das respectivas estações onde o povo de Israel esteve então essas paradas ou estações estão intimamente ligadas às experiências espirituais em nossa vida cada estação tem dois aspectos: chegada e saída. Eu quero ler ainda aqui 1 Corintios capítulo 10 para que a gente possa seguir na mesma linha da última palavra que foi compartilhada. Diz assim os versículos 6 e 7:  

6 - Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.
7 - Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito: O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se.

Meus irmãos e irmãs, eu penso que se você leva uma vida muito tranqüila, faz muito tempo que você está vivendo o mesmo estilo de vida cristã esse não é um bom sinal para você. Lá em Oséias vamos recordar um texto que já estudamos. Oséias capítulo 7 verso 8 diz: Efraim se mistura com os povos e é um pão que não foi virado. Nós sabemos que é preciso virar o pão, para que cozinhe ambos os lados, o que acontece quando não se vira o pão? Queima-se um lado e o outro fica cru, isso fala de maturidade espiritual. O que é maturidade espiritual? É conhecimento espiritual, é experiência cristã e quando nós vivemos a vida cristã em busca da maturidade nós sabemos que nunca vamos chegar ao fim desta maturidade, numa única experiência necessitamos de outras experiências.
Veja aqui em 1 corintios capítulo 10, versículo 6, diz “que estas coisas sucederam como exemplo, veja que aqui está no plural são muitos exemplos e diz mais afim de que não cobicemos as coisas más como eles cobiçaram”.
Observe algo aqui, como foi que eles cobiçaram. Igual nós muitas vezes temos cobiçado com o nosso contexto de vida. Porque Deus quando Ele deu estas experiências para o povo no deserto Ele estava pensando em nós quando levou aquele povo caminhar aqueles 40 anos Ele tinha em vista nós hoje é o que você lê neste capítulo 10 de 1 corintios, é isso que o Espírito Santo está ministrando a nós há muitas lições ali que precisamos aprender, aqui neste texto. Diz assim no versículo 7 de 1 corintios 10, que o povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para se divertir. Como foi que eles foram idólatras? Talvez aqui esteja uma referência a êxodo capítulos 32 versos de 4 a 6. Aquele episódio de idolatria deles perante aquele bezerro, mas aqui faz uma referência do tipo de idolatria, a comer e a beber a divertir-se. Não é errado comer, não é errado beber, não é errado divertir. Errado é quando essas coisas se tornam uma prática comum no nosso viver e assim nós perdemos a centralidade de cristo nestas coisas. Essa idolatria que está em foco aqui é você divertir, dedicar fazer todas essas coisas sendo que isso não é a centralidade de Cristo. Como sendo isso a prática do seu viver nós temos que entender que a nossa vida tem que ser uma vida vivida na experiência de viver Cristo. Talvez essa distração ou este estilo de distração que Israel viveu no deserto é o que o Espírito Santo deseja chamar a nossa atenção, esse é o cuidado que o Senhor tem conosco porque muito da vida Cristão hoje não passa de entretenimentos. Perdemos a seriedade do estudo sistemático da Palavra de Deus. Estamos vivendo numa geração aonde o povo não conhece mais a Palavra de Deus. Nossas reuniões têm se tornado muito em diversões, em entretenimentos. Temos perdido a profundidade da realidade do falar de Deus e talvez aqui Paulo faça essa referência, talvez em dois aspectos: primeiro pela realidade contextual. Aquilo que lhe foi informado pela casa de Cloé acerca da vida dos corintios. Também porque o Espírito Santo numa visão profética no coração de Paulo trás essas verdades para os nossos dias porque a vida cristã de muitas tem se resumido a entretenimentos; tem se resumido à experiências espirituais. É tremendo tudo isso meus irmãos e irmãs porque Deus deseja nos levar a coisas mais profundas, a coisas mais eficazes referentes à nossa edificação, então, aqui ele fala de exemplos porque são muitos exemplos. Observe que o contexto diz isso, porque são muitas provas, são muitos exemplos. Veja que foram 40 anos. 40 é o número de provas. É bíblico e também é um número de juízo, é para julgar, para nos tirar do Egito porque aquele povo lá de Israel você vai perceber que ao longo da jornada eles podem perceber que eles haviam saído do Egito, mas o Egito não havia saído deles. E uma das obras impressionantes da Cruz de Cristo é condenar o mundo dentro de nós. É condenar as nossas aspirações mundanas, por isso é que muitas vezes temos que passar por provações. Para que nós venhamos experimentar verdadeiramente o significado da vida Cristã. Nós somos peregrinos e estamos caminhando para uma terra que mana leite e mel. Estamos caminhando para a era vindoura para a glória de Cristo. Estamos caminhando para poder experimentar a Cristo Jesus. Se eu e você não entendemos o significado da nossa experiência Cristã ou o significado da nossa vida Cristã em experiência, então qual o sentido da vida Cristã? Que adianta viver a vida Cristã se não conhecemos a sua realidade na prática!
Veja que o Senhor ele nos tirou do Egito, essa é a referência a Ramessés. Aqui no versículo 3 de Números 33. Eu quero chamar a atenção aqui de vocês que estão me ouvindo nesta hora, porque para poder entender isso, a questão de sair do Egito, é preciso conhecer um pouco qual era a situação daquela estação onde Israel esteve que aqui nós vemos que o nome dela é Ramessés. É esta estação que nós precisamos notar aqui. Vamos nos deter um pouco em Ramessés para entender o que é está debaixo do governo em Ramessés. O que significa fazer tijolos para faraó. Nós precisamos entender isso. Porque precisamos saber de onde é que o Senhor está nos tirando, temos que saber aonde é que o diabo tem-nos muitas vezes privados, presos, enclausurados. Aonde muitas vezes Satanás tem nos mantidos enclausurados. Precisamos ser claros quanto a isso.
Vamos a uma passagem que se encontra em Apocalipse 11. Quero chamar a atenção de todos vocês, para o versículo 8. Olha o que diz esse texto: e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado. Aqui Apocalipse fala das testemunhas que testificaram contra a Besta, que logo depois as matam. Ele as mata e repartem presentes. Neste contexto essa expressão é muito importante que João coloca aqui: “seus cadáveres”, na praça da grande cidade. Preste atenção para esta expressão: que em sentido espiritual se chama Sodoma e Egito. Aonde também nosso Senhor foi crucificado. O Senhor utiliza e unifica três cidades: Jerusalém a velha, não a nova, Sodoma e Egito, porque são três? Porque são três aspectos da mesma cidade, porque diz ai aonde o Senhor foi crucificado, é Jerusalém. Bom, Jerusalém, aquela velha cidade que também é Sodoma e Egito. Numa visão pictórica tem um sentido espiritual, sim que o Egito tem um sentido espiritual também, por isso precisamos entender o que é o Egito? Não somente o que é o Egito, mas também o que é Sodoma? Meus irmãos e irmãs, muitas vezes o Senhor trata o seu povo de Sodoma, príncipes de Sodoma e as vezes é Jerusalém, observe que Jerusalém, aquela cidade onde o senhor morreu capital do pacto lá atrás da história, aqui ele está dizendo que ela é Sodoma. Existe um sentido espiritual para isso, no entanto se nós prestarmos atenção para essa expressão a essas conexões, Deus deseja mostrar-nos algo aqui. Veja que o Senhor tem nos tirado disso, Deus tem nos tirado deste caminho de religiosidade, de perversidade e de mundanismo. Por isso diz aqui no final do capítulo 8 de Apocalipse versículo 11 em sentido espiritual. Então a grande cidade observe isso; em sentido espiritual se chama Sodoma, como também se chama Egito, e nós sabemos que esta cidade onde nosso Senhor foi crucificado é Jerusalém. Aqui nós temos três aspectos: Jerusalém, Sodoma e Egito. Mas todos estes três são a mesma cidade, de maneira que o senhor nos tira do Egito, no sentido espiritual, mas resulta que o Egito também é Sodoma, de modo que o Senhor também nos tira de Sodoma, de modo que Sodoma também tem um sentido espiritual. E Jerusalém também tem um sentido espiritual. O Senhor quer nos livrar de tudo isso. Porque Jerusalém fala de religiosidade, lembra da lei, como aquele povo era religioso. Egito nos fala do mundo, Sodoma nos fala da carnalidade é destas coisas que o Senhor deseja nos libertar. Essas são as saídas do povo de Deus, nós fomos libertados disto, não podemos ser escravo disso, Deus deseja nos tirar completamente. Sair de Ramessés significa isso. Sair aqui significa que nós estamos livres do governo do pecado, governo da carne, governo da religiosidade, do governo do mundo. Esta é a saída. É disso que o Senhor nos livrou quando nos tirou lá do Egito. Alguns aspectos espirituais que nós temos que nos deter, porque quando Deus estava para tirar o povo de Israel do Egito, vocês se lembram meus irmãos e irmãs, que Faraó dobrou o serviço para que o povo não pudesse sair, para que o povo trabalhasse mais, para que eles ficassem envolvidos naquele trabalho no Egito de modo que eles não poderiam sair essa é uma realidade que muitos irmãos e irmãs têm vivido. De modo que o mundo tem ganhado de tal forma que hoje o seu trabalho tem se tornado um alvo forte na sua vida. A busca pelo poder, a busca pelo sucesso, a busca pela fama o dinheiro, tem corroído a vida de muitos cristãos, o mundo os tem sufocado, o mundo os tem mantido em uma prisão espiritual, eles não percebem o quanto estão perdidos nestas coisas. Aqui nós precisamos atentar, porque o Senhor deseja nos livrar destas coisas, o senhor deseja que tenhamos uma vida livre para Ele. O nosso trabalho, o nosso casamento, os nossos filhos, seja lá o que for não pode ser o foco da nossa vida a não ser Cristo. O reino dos céus tem que ser prioridade em nossas vidas. Sair de Ramessés significa isso. Significam o rompimento com todas estas coisas que não agradam mais a Deus, que atrapalha a nossa vida espiritual, coisas que estão entre nós e Deus e que estão roubando Deus de nós, estão roubando o nosso tempo, que estão roubando a nossa consagração, que estão roubando o nosso serviço a Deus. Sair de Ramessés significa isso.
Que Deus de uma forma gloriosa e poderosa venha falar ao seu coração venha trazer a você o verdadeiro significado sobre o que significa sair de Ramessés. Que Deus no poder do seu grande e poderoso Espírito inunde o seu coração da sua doce e santa e poderosa Palavra. Amém.


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Oração corporativa – Continuação – Cap. 1



Esse é o material de apoio para o estudo do reunir de hoje (28/01).  
Temos pedido ao SENHOR que nos ajude a aprender a orar.Que possamos buscar a presença do SENHOR, meditar em Sua Palavra para que no reunir o SENHOR possa falar e edificarmos uns aos outros em Cristo.

A intercessão é a chave para neutralizar o inimigo
e progredir no reino de Deus

E então, o que significa lutar com essas forças? É evidente que significa que em algum lugar deve haver um ministério de intercessão. Antes que alguma comunidade se abra para o poder e a obra de Deus, alguns crentes precisam ficar nos bastidores e neutralizar o inimigo. Nosso Senhor Jesus disse: “Ou como pode alguém entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens sem primeiro amarrá-lo? E, então, lhe saqueará a casa” (Mt 12.29).

Nossa tendência é pensar que, se tivermos uma boa pregação ou uma cruzada evangelística bem-organizada, as pessoas automaticamente serão libertas e salvas. Mas é possível ter tudo isso e descobrir que nos encontramos face a face com uma parede intransponível. Quanto mais uma obra é espiritualmente vital, mais provável será que o inimigo tente infiltrar-se, atrasá-la e neutralizá-la. Ele não ficará parado, deixando que você aja livremente, se houver alguma chance de que você o vencerá de uma forma forte e permanente. As várias vezes que o Espírito de Deus agiu poderosamente na história das nações são evidência suficiente desse fato.

Por essa razão, temos de entender este simples fato: não há assunto mais estrategicamente vital para a verdadeira Igreja e para a obra de Deus do que o da oração corporativa. Nos dias vindouros, durante a última fase da história mundial, precisamos saber como orar em conjunto. Além do mais, se a real perseguição vier nas décadas vindouras e se perdermos a liberdade, então precisamos saber como podemos avançar juntos e ver o cumprimento do propósito de Deus mesmo em tempos de grandes dificuldades.

Aprender as lições da oração corporativa

Precisamos aprender as lições da oração e da intercessão corporativas agora, enquanto temos tempo. Seremos achados em falta no dia da crise, a não ser que o Espírito de Deus imprima em nós essas lições. Por isso, é preciso que os cristãos mais novos, bem como aqueles que são mais maduros no Senhor, aprendam essas lições, por mais duras ou custosas que sejam. Alguns de nós, que somos mais velhos, adquirimos maus hábitos de oração a ponto de terem se tornado uma segunda natureza para nós. Se percebemos estar nessa condição, muitas vezes pensamos que é impossível aprender a forma correta de orar juntos. Apesar disso, o Senhor pode conservar tudo o que há de melhor e valioso em nossa experiência e pode vencer todos os maus hábitos se apenas confiarmos n’Ele e estivermos abertos à correção do Espírito Santo. O fundamento de todo aprendizado é ser manso. No momento em que um crente diz que não precisa de correção ou aperfeiçoamento, ele para de aprender.

Não é que eu queira que você engula tudo o que escrevo, mas que avalie o que lê e o apresente ao Senhor, perguntando o que serve para você. Permita que Ele faça uma seleção em seu coração. Meu desejo é simples! Precisamos aprender como usar essa arma colossal e efetiva que Deus pôs nas mãos da Sua Igreja.

A pequena tenda (Adição)

Durante a campanha histórica de evangelização em Los Ângeles (EUA), em 1949, a “grande tenda” que comportava mais de 6.000 pessoas ficou superlotada todas as noites por oito semanas seguidas. Perto, havia uma “tenda menor” montada para oração e aconselhamento. Os irmãos davam testemunho com freqüência de que o trabalho de verdade acontecia na “pequena tenda”, onde os irmãos se reuniam para orar de joelhos antes e durante toda a Jornada Evangelística.

Na carta do apóstolo Paulo aos irmãos em Colossos, ele lhes garantiu que ele próprio e seus cooperadores estavam sempre orando pelos colossenses (1:3,9). Ao encerrar, Paulo mencionou Epafras, um cooperador em Colossos que “... se esforça sobremaneira (lutando, batalhando, combatendo), continuamente, por vós nas orações, para que vos conserveis maduros e plenamente convictos em toda a vontade de Deus”.

Algumas pessoas recebem a tarefa de grande exposição pregando o evangelho na “grande tenda”. Mas Deus estendeu a todos nós, assim como ele fez a Epafras, o grande privilégio de ajoelharmo-nos na “pequena tenda” e trazer outros diante do trono de Deus.


Senhor ensina-nos a orar e a perseverar na oração e intercessão


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

As 42 Jornadas no Deserto - Texto em estudo Números 33:1




Introdução - Parte 7
TEXTO: Nm 33.1

Aqui quero que vocês prestem atenção para a forma plural, não só “as jornadas”, mas o Espírito Santo inspirou para que fosse escrito dessa forma no plural, vejam isto, são “as jornadas”, porque nossa caminhada não vai sempre a um mesmo tom, numa mesma tônica, pois, às vezes temos que entender que há mudanças e muitas dessas mudanças são abruptas. De uma etapa para a outra. Na vida cristã há várias etapas e são diferentes umas das outras por isso nós vemos aqui jornadas, no plural. Há várias etapas que nós temos que passar, são várias jornadas, é como se Deus nos tivesse dito: “filhos por todas essas experiências vocês terão que passar não tudo de uma vez, mas pouco a pouco”, uma coisa vem primeiro, outra coisa depois. É assim que nós vemos.
A Bíblia diz que Moises escreveu estas saídas conforme suas jornadas por mandado do Senhor. Veja esta frase: “Por mandado do Senhor”. Aqui certamente vemos que o interesse do nosso Deus não é só meramente histórico, não escreveu história somente pela história, nós sabemos que Deus, Ele escreve a história. Romanos capítulo 15.4 e 5, nós vemos isso. Porque as coisas que foram escritas esta no livro das jornadas, isso é uma das coisas que foram escritas para o nosso ensino. Os santos do novo testamento, os cristãos, não somente eles estavam agora olhando para aquela história, mas eles sabiam que eles estavam vivendo era essa história. Deus não está interessado que sejamos antiquários da história. Ele quer que tiremos proveito da história, para hoje, para agora, tanto para nós como para aqueles que caminham conosco, que peregrinam conosco.
Ainda em Romanos, nesse mesmo texto, afirma “a fim de que, pela paciência e pela consolação das escrituras, tenhamos esperança”. Essa palavra “esperança” no grego é “ELPIS” – fala de um antegozo. Irmãos e irmãs, na medida em que estamos caminhando nessas jornadas espirituais, nós estamos tendo um antegozo da era vindoura. Ai ele diz: “Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus”. Então vejam bem, as jornadas, a história dessas jornadas, foram escritas para quê? Nós sabemos que foi pelo mandado do Senhor. Moisés escreveu essas jornadas por mandado do Senhor. Isto é, O Senhor lhe mandou escrever estas coisas. É dito para quê? Para o nosso ensino, ou seja, em cada uma dessas coisas vamos encontrar uns nomes estranhos, mas todos esses nomes têm significado espiritual em nossa vida. E algo aconteceu em cada uma dessas estações e há uma lição ou mais de uma, que nós precisamos aprender em cada estação e estas estações às vezes muitos largas.
 Parece que a nossa experiência é uma via-crúcis, mas que todos nós entendamos que foi escrita para que tenhamos paciência pela consolação das escrituras, isto é, o antegozo de tudo o que nos aguarda na era vindoura. Que coisa maravilhosa! Note bem, é isso o que a bíblia diz, para que tenhamos paciência. Foram escritas nas escrituras para que tenhamos esperança, para que a escritura nos dê, pelo seu Espírito, primeiro paciência e consolação. Pela paciência e pela consolação tenhamos esperança, isto é, aconteceram para o nosso ensino, foram escritas para o nosso ensino. O que aconteceu com Moisés e todas aquelas pessoas não aconteceu somente com o sentido histórico, arcaico. Não foi isso, meus irmãos e irmãs. Aquelas jornadas foram dirigidas por Deus. Cada saída e cada chegada foram dirigidas pela chegada da nuvem da glória do Senhor. O Senhor se levantava e dizia quando sair, aonde ir e para onde eles deveriam ir, e parar e quanto tempo eles deveriam ficar em cada estação. Tudo isso foi ensinado por Deus a Israel e foi ensinado em vista à nossa própria experiência cristã hoje. Quando Deus estava dirigindo-se a Israel ele não estava pensando somente em Israel. Deus estava, através de Israel, pelo caminho e com o Espírito santo, escrevendo a sua Palavra. Deus estava preparando as escrituras [ensino, paciência, consolação e esperança]. É isso que vemos em Romanos capítulo 15 e os versos 4 e 5. Então o ensino nos guia à paciência e quando temos paciência temos consolação e pela consolação temos a esperança. Todas essas jornadas foram escritas para nós.
 Há muitas passagens na Bíblia onde estas jornadas são resumidas e nesses resumos temos também essas lições para aprendermos, mas a intenção agora não é ler os resumos, é ler jornada após jornada, estação após estação, cada uma destas paradas onde temos grandes e preciosas lições para aprendermos na vida cristã. Uma coisa é chegar a uma estação outra coisa é sair dela e esta é uma experiência que temos que aprender. Às vezes chegamos a uma determinada estação e o Senhor quer nos levar a uma situação completamente diferente, mas não o mesmo chegar a uma determinada estação como em um mero avanço. E quando chegamos é um momento de sair de uma determinada estação e não entendermos nada, nenhuma delas, em cada estação deve haver uma experiência e cada saída deve haver também uma experiência. É isso que Deus deseja em nós. Uma estação pode ser boa quando é um avanço, pode ser algo mal quando é uma fixação, isto é quando você pretende permanecer ali. Resumir sua vida cristã toda numa só situação, numa só experiência, quando, todavia não temos experimentado algo. Está bem, chegamos a isso, mas o Senhor quer que nós avancemos. O Senhor vê que é conveniente que nós devemos levantar e ir para outra experiência.  Nós não podemos ficar parados na vida cristã. Nós precisamos avançar. Há situações em nossa vida em que não podemos permanecer do mesmo jeito. E só o Senhor sabe a hora de nós sairmos. Quando o Senhor vê que chegou à hora de sair, então vamos sair, vamos levantar do arraial, então vamos sair. Em cada uma dessas situações nós iremos aprender princípios espirituais.
 Veja aqui em Números capítulo 33, versículo, 3 quando diz: “partiram, pois, de Ramessés no décimo quinto dia do primeiro mês; no dia seguinte ao da Páscoa, saíram os filhos de Israel, corajosamente, aos olhos de todos os egípcios”. Aqui nós temos a PRIMEIRA JORNADA, quando eles saíram de Remesses. E a bíblia diz que eles saíram de Ramessés e acamparam em Sucote. Acampar em Sucote significa uma coisa, acampar em estação é uma coisa completamente diferente da outra, e sair aqui é outra experiência. Aqui nós temos que ver algo, veja bem, no versículo v4 diz assim:  

4 - enquanto estes sepultavam todos os seus primogênitos, a quem o SENHOR havia ferido entre eles; também contra os deuses executou o SENHOR juízos.
5- Partidos, pois, os filhos de Israel de Ramessés, acamparam-se em Sucote.

Aqui nós temos que ver duas coisas: sair de Ramessés é uma coisa, entrar em Sucote é outra coisa. Assim temos que ver Sucote em dois sentidos: o sentido da chegada, que é algo muito bom, porque Deus nos tira de algo mais atrasado pior, e nos leva durante um tempo durante a peregrinação e chegamos a algo muito bom, Sucote. Mas depois vai chegar o momento em que é necessário sair de Sucote, o Senhor ver que há algo em nós que foi ganho, algo que temos ganhado e aprendido. Ai sim é a hora de sair. Durante um tempo é bom, mas chega o momento em que tem que sair. Por isso é dito no novo testamento, veja o que diz Hebreus no capítulo 5, verso 11 e 12.

11 - “A esse respeito temos muitas coisas que dizer e difíceis de explicar, porquanto vos tendes tornado tardios em ouvir”.
12 - “Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido”.

Não seguimos adiante à perfeição, mas ficamos parados, alguns cristão estão assim, por isso todas essas jornadas continuam até que se tenha chegado à maturidade. Não podemos ficar parados, há momentos que nós temos que permanecer, mas depois não poderemos ficar ali. Temos que avançar na vida cristã.  È isso que aprendemos nessas jornadas.
Aqui nós vemos a palavra RUDIMENTOS. São os princípios elementares da fé cristã. Esta bem que haja um tempo para os rudimentos, o ABC da vida cristã. Veremos vários destes rudimentos nas primeiras estações. Chega o momento em que depois de tanto tempo é preciso sair deles e ir adiante, até a maturidade. Porém não se chega à maturidade de repente, mas é de glória em glória, de estação em estação, de triunfo em triunfo, de prova em prova, de circunstância em circunstância. É claro que a palavra triunfo é mais importante, mas a palavra nos diz “para que fôssemos provados”. Devemos ser levados para o deserto para que assim, provados, devemos ser levados para o deserto, por todos os lugares, para que venhamos alcançar o triunfo da vitória de Cristo.
Então já vimos o que significam essas jornadas, essas experiências espirituais do povo de Deus. E essas experiências são progressivas, cada estação tem dupla face. Bem aventurada chegada! Aonde chegamos isso é como algo novo, precioso, e acampamos ali. E graças a Deus pelo tempo que seja necessário que se possa ficar ali caminhando, aprendendo. O Senhor sabe que logo é hora de sair porque havia sido bom até aqui. Havia sido muito agradável chegar ali, havia sido muito maravilhoso aquela experiência de chegada, mas da mesma forma temos que sair, de maneira que cada estação tem dois aspectos o da chegada e o da saída. Vamos para um texto que se encontra em 1 Corintios v3. Neste capítulo podemos ler os resumos nos primeiros versículos, inclusive leia até o versículo 14, você poderá entender isso melhor. Paulo diz isso no capítulo 10, versículo 1 ao 5:

1 -“Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar,
2 - tendo sido todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual
4 - e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo.
5- Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto.

Você pode ler isso até o versículo 14, você vai poder entender melhor. Veja que o Apóstolo Paulo começa a chamar a atenção da Igreja nessas jornadas em que o povo de Israel passou pelo deserto. “Não quero que ignoreis” disse Paulo, isto é, que isso são coisas  que a Igreja não deve ignorar, escritas para  o nosso ensino, afim de que, pela paciência, pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança. Por isso foi Moises mandado por Deus. Deus deu ordens a Moisés: “Escreve estas jornadas em ordem”, isto é, Deus está interessado em que isso não se apague e fique apenas como registro histórico e arcaico e  arqueológico, Deus quer isto seja ensino, seja vida para nós. Paulo diz: “não quero, irmãos, que ignoreis”. Aqui ele faz o resumo onde nossos Pais estiveram debaixo da mesma nuvem e todos passaram pelo mar. Observe como Paulo está recordando todas as jornadas, ele está dizendo à Igreja: “não ignore isso”. Todos eles beberam da mesma Pedra Espiritual, veja como Paulo vai transcrevendo aqui aquelas experiências de Israel pelo deserto. Mas ele disse que: “Deus não se agradou de muitos deles, razão por que ficaram prostrados no deserto”. Haviam saído e batizados, haviam estado debaixo da nuvem, porém ficaram travados em algumas estações. Algo aconteceu em alguma estação que fez com que alguns, não avançassem ficassem neste nível. E o que foi que aconteceu? Ele nos diz: “ficaram prostrados no deserto”. Agora veja o verso seguinte; “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçam”. Quais são todas essas coisas mencionadas por Paulo? Aqui ele está resumindo em quatro versículos todas aquelas jornadas do povo de Israel. Ele está chamando nossa atenção sobre alguns pontos importantes, preponderantes daquelas jornadas. Ele diz “estas coisas” ou todos estes acontecimentos e lições, distintas que se sucederam naquelas jornadas serviram de exemplo para nós, para que devamos estudar estes livros das jornadas minuciosamente. Para que venhamos aprender as lições práticas para a nossa vida, pois são exemplos para nós. Se nós queremos viver a vida cristã na comunhão com Deus, uma vida guardada em Cristo, uma vida escondida em Cristo, precisamos dar atenção a essas jornadas que aqui começam. Alguns pontos importantes da nossa vida cristã hoje, irmãos e irmãs. Vocês precisam entender isso, estamos numa peregrinação espiritual, jornada espiritual, nós não podemos vacilar, não podemos errar, nós precisamos ser atenciosos, cuidadosos quanto a nossa vida cristã e Deus coloca diante de nós a sua Palavra como correção e como disciplina para que nós não venhamos vacilar, para que nós não venhamos errar, para que o Senhor através das jornadas venha nos disciplinar, irmãos e irmãs, sobre o nosso caminhar, como é que estamos vivendo a nossa vida cristã.
Que Deus te abençoe através dessa palavra. Eu prossigo ainda compartilhando sobre isso na esperança de que o Deus de toda graça, no poder do seu Espírito Santo, através da sua Palavra fale poderosamente ao seu coração.