quinta-feira, 21 de abril de 2016

RELACIONAMENTO COM A CABEÇA



CAPÍTULO 2: O NASCIMENTO DA IGREJA (PARTE 4)

Leitura: Mt 16:18; At 1:6-9 e 12-14; 2:1-4; 2:33, 36; 1Co 12:12-27


Mencionei anteriormente que sempre pensamos em termos de indivíduos, mas, se penetrarmos no pleno propósito de Deus, temos de ver que, apesar de sermos salvos individualmente, Deus nos fez um só Corpo. É verdade, nenhuma outra pessoa pode ser salva em lugar de outra. Cada um de nós tem de se arrepender, crer no Senhor Jesus e ser salvo. Como crentes individuais, precisamos buscar o crescimento pessoal, tendo comunhão pessoal com nosso Senhor Jesus. Isso é importante; mas lembremos que Deus fez algo bem maior do que apenas aquilo que é individual: Ele nos colocou juntos e nos fez um só corpo; somos membros uns dos outros. Em outras palavras, disso resulta não apenas a comunhão com a Cabeça, mas também uns com os outros. Creio que é evidente que não conseguimos fazer isso sem nosso Senhor Jesus, sem nossa Cabeça.
Eu me lembro de quando nosso irmão Watchman Nee retornou da Inglaterra. Ele havia visitado um irmão já bem idoso, George Cutting, que escreveu Segurança, Certeza e Gozo da Salvação[1], aque­le folheto que foi usado por Deus para salvar muitas pessoas. Na­quela ocasião, o irmão Cutting estava com cerca de 90 anos e, quando o irmão Nee foi visitá-lo, ele estava de cama, inconsciente a maior parte do tempo. Mas de tempos em tempos ele ficava lúcido. O irmão Nee sentou-se ao lado da sua cama, esperando por um mo­mento de lucidez, e, quando isso ocorreu, o irmão Cutting disse ao nosso irmão: "Eu não posso fazer nada sem Ele, e Ele não pode fazer nada sem mim." Daí ele caiu no sono novamente. Penso que é claro que nós não podemos fazer nada sem Ele. Como podemos fazer algo sem Cristo? Mas você já parou para pensar que nosso Senhor Jesus não pode fazer nada sem você? Ele precisa de você exatamente como você precisa Dele. Há uma co­munhão entre você e o Senhor que é muito preciosa.

RELACIONAMENTO UNS COM OS OUTROS

A partir disso, o irmão Nee ampliou o que ouviu e disse que, não apenas deveríamos dizer ao Senhor: "Nada posso fazer sem Ti e, graças a Deus, Tu nada podes Fazer sem mim", mas deveríamos dizer uns aos outros: "Nada posso fazer sem ti e tu nada podes fazer sem mim". O que quer dizer "nada posso fazer sem Ele e Ele nada pode fazer sem mim"? É porque Ele é a Cabeça e eu sou parte do Seu Corpo. Como membro do Corpo, como posso fazer alguma coisa sem a Cabeça? Mas a Cabeça dirá: "Bem, como posso fazer algo sem você? Você é Meu membro. Eu não posso expressar a Mim mesmo, não posso encontrar satisfação se não tiver você." E a mesma coisa é verdadeira entre nós, cristãos, já que somos membros uns dos outros. Já vimos que nada podemos fa­zer uns sem os outros?
Recentemente eu estava em certo lugar junto com alguns ir­mãos. Um irmão confessou para o outro: "Nada posso fazer sem você." Mas ele se virou para outro irmão e disse: "Já não tenho o mesmo sentimento em relação a você." Essa foi uma confissão que me tocou de maneira muito profunda. Quão frequentemente dizemos a um irmão ou a uma irmã: "Sim, somos tão chegados, nada posso fazer sem você", mas imediatamente nos viramos para outro irmão e dizemos: "Eu não preciso de você, posso prosseguir sem você." Quão triste é isso!
Que o Senhor realmente nos mostre o que Ele realizou em Pentecostes. Ele nos reuniu em um Corpo, e nós temos de enten­der que não podemos fazer nada uns sem os outros. Temos de pedir ao Senhor para nos levar ao ponto de podermos dizer ho­nestamente: "Nada posso fazer sem qualquer irmão ou irmã – necessito de todos os irmãos e irmãs." E a mesma coisa será dita de mim. Embora eu seja um membro pequeno, os outros irmãos e irmãs vão dizer: "Não, você é necessário, preciso de você." Esta é a maravilha de Pentecostes. Que o Senhor nos ajude.

Oremos:

Querido Pai celestial, somos tão gratos porque, para o nas­cimento da Igreja, Tu passaste por trabalho de parto com dores. Somos muito agradecidos porque o Senhor nos trouxe à existência. Que coisa gloriosa é a igreja, o Corpo de Cris­to! Nós louvamos e Te agradecemos por pertencermos a esse Corpo. Reconhecemos a Ti, nosso Senhor Jesus, como nossa Cabeça. Não há outra Cabeça que não seja Cristo Jesus; e nós reconhecemos que somos apenas os membros, mem­bros uns dos outros pertencentes ao mesmo Corpo. Senhor, realmente oramos para que Tua vontade, por meio do Espírito Santo, conduza-nos para esta gloriosa verdade: de que não podemos fazer nada sem Cristo, assim como Cristo nada pode fazer sem nós; e, da mesma maneira, não podemos fazer coisa alguma uns sem os outros. Senhor, conduz-nos a Tua verdade. Continua a fazer e a ensinar por meio de Teu corpo, até aquele dia, quando ocorrerá a união eterna. Pedi­mos no Teu precioso nome. Amém.



[1] Publicado no Brasil por Depósito de Literatura Cristã (N.E.)

quarta-feira, 13 de abril de 2016

A MARAVILHA DO PENTECOSTES



CAPÍTULO 2: O NASCIMENTO DA IGREJA (PARTE 3)



No dia de Pentecostes, enquanto os 120 discípulos estavam orando juntos, preparando-se e aguardando pela promessa do Pai, de repente houve o som como de um vento impetuoso, que en­cheu toda a casa, e línguas como de fogo pousaram sobre cada um dos 120 discípulos. Eles foram cheios do Espírito Santo e come­çaram a falar em línguas a respeito das grandezas de Deus.
Sempre pensamos em Pentecostes em termos de sons e sinais. Somos mais atraídos por aquilo que é fenomenal. Somos interes­sados naquilo que é individual. Quando pensamos em Pentecos­tes, este é o modo como normalmente pensamos: pensamos no som – um vento soprando; pensamos nos sinais – línguas de fogo caindo; pensamos naquilo que é fenomenal – o falar em línguas; e pensamos naquilo que é individual – cada um foi cheio com o Espírito Santo e falava das grandezas de Deus. Essas coisas eram verdadeiras, mas o Pentecostes é muito mais do que isso. Precisamos entender a realidade, não o fenômeno. Precisamos entrar na realidade, não no que é exterior. A maravilha do Pente­costes não está no som ou nos sinais, não está nas coisas fenome­nais. A maravilha do Pentecostes é que Deus fez algo tremendo, grandioso, maravilhoso e glorioso. Qual o significado de Pente­costes? O que Deus fez naquele dia?
Eu creio que os 120 devem ter começado a se mover do cenáculo talvez para o Pórtico de Salomão, onde havia um lugar mais amplo, pois aquele era o local em que os discípulos, nos primeiros dias, usualmente se encontravam. Os rumores se espa­lharam e parecia como se toda a cidade houvesse se ajuntado; por­tanto aquele cenáculo era muito pequeno para abrigar todo o ocorrido. Evidentemente, eles devem ter-se deslocado para o Pór­tico de Salomão, e de lá Pedro se levantou com os onze e deu a primeira mensagem. Ele explicou o fenômeno que havia ocorrido porque o povo estava perplexo com tudo aquilo. Alguns até mes­mo disseram que eles estavam embriagados com vinho novo. Pedro disse: "Não! É cedo de manhã, 9 horas. Não é o que vocês estão pensando". Então, o que era aquilo? Pedro explicou o significado de Pentecostes.

O ESPÍRITO SANTO REALIZOU DUAS COISAS

“Exaltado, pois, à destra de Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis.”
(At 2:33)

O Senhorio de Cristo

O que aconteceu foi o resultado da exaltação de nosso Se­nhor Jesus. Quando nosso Senhor Jesus foi exaltado à mão direita do Pai, Ele recebeu de Deus Pai a promessa do Espírito Santo, e Ele O derramou do alto.

“Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.”
(At 2:36)

Quando conectamos os versos 33 e 36 (os vv. 34 e 35 são parênteses), descobrimos o significado do derramamento do Es­pírito Santo, vemos o significado do batismo do Espírito Santo. Isso significa que Deus fez de Jesus ambas coisas, Senhor e Cris­to. Este é o significado de Pentecostes: o Espírito Santo desceu para testificar de uma coisa: Jesus é Senhor. Ele é Senhor de toda a terra. Ele é Cristo, o Ungido, aquele que realizou todo o propósito para o qual Deus O enviou. Ele não é apenas o Salvador, Ele é também o Sumo Sacerdote, o Cristo. O Espírito Santo veio para exaltar Cristo. Deus fez Jesus Senhor e Cristo, e, pelo Espírito Santo, nós reconhecemos Seu senhorio. Ele é o Cabeça; Ele é o único Cabeça do Universo. Ele é nosso Cabeça; Ele é o Cabeça da Igreja. Este é um lado do Pentecostes.
O outro lado está explicado em 1 Coríntios 12:13, pois, como sabemos, as epístolas explicam a história dos quatro Evangelhos e de Atos.
Todos Batizados em Um Corpo

“Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo.” (l Co 12:12)

O batismo com o Espírito Santo realiza duas coisas: a primei­ra é revelar a nós que Jesus é Senhor. Ele é Senhor de todos – o único Senhor, o único Rei, a única Cabeça. E também nos revela que em um Espírito todos nós fornos batizados em um só Corpo e todos nós bebemos de um só Espírito. Assim, temos, primeira­mente, o Cabeça e, então, temos o Corpo.
Os 120 discípulos no cenáculo eram a elite, a nata dos discí­pulos de nosso Senhor Jesus. Os onze apóstolos que haviam esta­do com o Senhor por mais de três anos estavam lá. Os outros irmãos que haviam seguido o Senhor desde os dias de João Batista até o momento que Jesus foi elevado ao céu estavam lá. Algumas mulheres estavam lá, incluindo a mãe de Jesus; e mesmo os ir­mãos do Senhor Jesus, segundo a carne, estavam lá. Lembramos de que, quando o Senhor estava sobre a terra, Seus irmãos carnais não criam Nele; todavia, após Sua morte e ressurreição, todos eles se converteram e creram Nele.
Cada um dos 120 discípulos tinha alguma história com o Senhor. Poderíamos dizer hoje que os 120 discípulos eram bons cristãos, a elite dos discípulos de nosso Senhor Jesus Cristo, e todos eram devotados ao Senhor. Eles eram capazes de se reunir em total sintonia. É muito difícil 120 pessoas se reunirem em total sintonia. Serem capazes de se reunir concordemente por um minuto pode ser possível, mas por dez dias, perseverando unânimes em oração contínua, isso é impossível. Essa congregação de 120 membros não apenas orou por cinco minutos, mas fizeram contínua oração por dez dias. Creio que qualquer pastor desejaria ter uma congregação assim; todavia, era apenas uma congregação, um ajuntamento de 120 membros. Ainda não ha­via um crescimento orgânico conjunto. Por ser uma congrega­ção, eles podiam se reunir e podiam se separar. Não eram organicamente unidos. Mas a maravilha do Pentecostes é que naquele dia, em um Espírito, aqueles 120 foram batizados em um Corpo. Não eram mais uma congregação de 120 membros, eles se tornaram um Corpo com 120 membros. Você vê a diferença? Uma coisa é um ajuntamento externo; outra é uma união interna em um só corpo.

“E a todos nós foi dado beber de um só Espírito.” O Espírito Santo não somente veio sobre eles e lhes deu poder para serem testemunhas, mas veio para dentro deles, e a todos foi dado beber de um só Espírito. Isso é Pentecostes.
Sempre pensamos sobre o trabalho do Espírito Santo como Aquele que nos revela, convencendo-nos do pecado, da justiça e do juízo. Pensamos no Espírito Santo como Aquele que nos ge­rou. “Aquele que é nascido do Espírito é espírito.” Mas você sabe que, quando crê no Senhor Jesus, você não somente é nascido do Espírito, mas também, ao mesmo tempo, é batizado no Espírito em um Corpo?
O significado de Pentecostes é a liderança de Cristo e o Cor­po de Cristo. Não podemos separar a Cabeça do Corpo nem o Corpo da Cabeça. Temos de ver a Cabeça primeiro, e então nos damos conta de que somos Seu Corpo. Assim, a maravilha do Pentecostes é que, naquele dia, o Cristo ressurreto tomou sobre Si um corpo coletivo e, nesse corpo coletivo, Ele continua a fazer e a ensinar. E esta é a história da vida da Igreja.

segunda-feira, 28 de março de 2016

O NASCIMENTO DA IGREJA (parte 1)




Leitura: Mt 16:8; At 1:6-9; At 1:12-14; At 2:1-4

Oremos:

Querido Pai celestial, nosso coração está cheio de gratidão por saber o quanto Tu nos amas dando-nos Teu amado Filho, nosso Senhor Jesus. Senhor, queremos Te agradecer porque, por nos amar tanto, Teu Filho veio a esta Terra, foi até a cruz, derramou Seu sangue, Seu corpo foi partido, e isso tudo em nosso favor. Oh, nós Te louvamos e Te agradecemos porque podemos caminhar juntos. Isso é devido a tudo o que Cristo realizou por nós. E agora, Senhor, nós pedimos que Tu, por Teu Espírito, abras Tua palavra para nós e nos conduzas. Tra­ga-nos para dentro da Tua verdade a fim de que Teu nome seja glorificado. Nós pedimos no Teu precioso nome. Amém.

Quando esteve na Terra, em uma ocasião nosso Senhor Jesus disse a Pedro: "Tu és Pedro, uma pedra. Eu edificarei Minha Igreja so­bre esta rocha." Pedro confessou Cristo como o Filho do Deus vivo, e sobre essa confissão, sobre a rocha, nosso Senhor Jesus disse: "Eu irei edificar Minha igreja com você, uma pedra, e com muitas outras pedras vivas." Quem é o construtor da Igreja de Deus? O Senhor disse: "Eu edificarei Minha igreja."
Em Hebreus 11:10, descobrimos que Abraão estava aguar­dando a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e o edificador. Portanto, é-nos dito que a Igreja, esta cidade que tem fundamentos, é planejada e edificada por ninguém mais a não ser pelo próprio Deus.
Sabemos que o Espírito Santo é o Espírito de sabedoria e en­tendimento, de conselho e poder, e é também Aquele que edifica a Igreja. Quando nosso Senhor Jesus veio a este mundo, isso se deu por meio do Espírito Santo, mediante o poder do Altíssimo que envolveu com Sua sombra o ventre de Maria, e, assim, Ele tomou sobre Si mesmo um corpo físico. Portanto, foi o Espírito Santo que deu o corpo a nosso Senhor Jesus, e, da mesma maneira, foi o Espírito Santo que deu nascimento à Igreja, o Corpo de Cristo.
Vemos assim que a Igreja não é edificada por ninguém mais a não ser pelo próprio Deus. Esse foi o propósito do Pai, o Filho o preparou e o Espírito Santo o realiza. Por conseguinte, o produto é algo santo. Eu realmente espero que nós lembremos que a Igreja é trabalho de Deus, não do homem. Exatamente como o conceito da Igreja é um conceito divino, assim também o trabalho, a edificação da Igreja é uma edificação santa. É obra de Deus.

AGUARDAR A PROMESSA DO PAI

Após ressurgir da morte, nosso Senhor Jesus apareceu a Seus discípulos durante o período de 40 dias E, então, os conduziu ao Monte das Oliveiras. Mesmo nesse momento, Seus discípulos, por serem judeus, estavam ainda pensando na restauração da na­ção de Israel. Eles viram que nosso Senhor Jesus ressurgiu da mor­te; Ele venceu a morte. Todo poder e autoridade nos céus e na Terra foram dados a Ele; sendo assim eles naturalmente pensaram que deveria ser o tempo em que Ele restauraria o reino de Israel. No entanto, nosso Senhor Jesus tinha algo bem além, muito maior do que apenas restaurar a nação de Israel. É verdade que um dia, no tempo de Deus, a nação de Israel será restaurada; mas, antes que isso aconteça, um reino maior, o reino dos céus, o reino do Filho do amor de Deus deverá ser construído. Sendo assim, nosso Senhor Jesus disse a Seus discípulos para aguardar em Jerusalém até receberem a promessa do Pai; eles receberiam poder e seriam Suas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judéia, Samaria e até os confins da Terra. Em outras palavras, do tempo em que nosso Senhor Jesus ascendeu ao céu até Seu retorno a Terra, o desejo Dele é que estejamos ocupados com Seu reino celestial, que seja­mos Suas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judéia, Samaria e até os confins da terra.
Cento e vinte dos Seus discípulos retornaram a Jerusalém. Eles foram para o cenáculo. Lá continuaram unânimes em ora­ção, aguardando a promessa do Pai. Sabemos que naquele dia de Pentecostes a Igreja nasceu.
[Continua..]

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

CAPÍTULO 11: O instrumento de Deus





Por que nos reunimos assim?


Stephen Kaung







Por que nos reunimos como o corpo de CRISTO? Congregamo-nos para servir a DEUS. Não somos apenas um vaso, somos também um instrumento na mão de DEUS. Como um vaso, devemos ser cheios da plenitude de CRISTO. Como um instrumento, devemos ser usados por DEUS para trazer o Seu reino e trazer a Sua vontade sobre a terra como ela é no céu, a fim de trazer de volta o REI.

Em Efésios 3, lemos que a multiforme sabedoria de DEUS é manifesta aos principados e potestades através da Igreja. Em Efésios 6, lemos que devemos nos posicionar e resistir. Devemos posicionar-nos de forma tal que a vontade de DEUS seja realizada. É por isso que estamos reunidos aqui. Estamos aqui para trabalhar juntamente com DEUS. Estamos aqui para adorarmos a DEUS juntos, para ministrar ao SENHOR juntos. Estamos aqui para ministrar ao povo de DEUS juntos. Estamos aqui até mesmo para ministrar para o mundo. Não estamos aqui simplesmente para termos instantes de lazer. Você espera subir ao céu carregado numa poltrona? Ou espera lutar até chegar lá? Há algum ferimento no seu corpo? Será que você está tão confortável que se encontra intacto?

Oh, irmãos e irmãs, por que nos reunimos assim? São estas as razões. Se isto agradar ao SENHOR, que assim seja. Se falharmos, que DEUS não o permita, seremos removidos e DEUS suscitará outros para manter Seu testemunho pois pelos séculos e gerações, mesmo a Igreja de DEUS tendo falhado, DEUS jamais deixou de ter Seu testemunho sobre a terra. Sempre haverá aqueles que são fiéis a ELE. Oh, queira DEUS que sejamos arrolados entre esses.
Oh SENHOR, tem misericórdia de nós. Em Teu precioso Nome. Amém.