quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

As 42 Jornadas no Deserto - Texto em estudo Números 33:1




Introdução - Parte 7
TEXTO: Nm 33.1

Aqui quero que vocês prestem atenção para a forma plural, não só “as jornadas”, mas o Espírito Santo inspirou para que fosse escrito dessa forma no plural, vejam isto, são “as jornadas”, porque nossa caminhada não vai sempre a um mesmo tom, numa mesma tônica, pois, às vezes temos que entender que há mudanças e muitas dessas mudanças são abruptas. De uma etapa para a outra. Na vida cristã há várias etapas e são diferentes umas das outras por isso nós vemos aqui jornadas, no plural. Há várias etapas que nós temos que passar, são várias jornadas, é como se Deus nos tivesse dito: “filhos por todas essas experiências vocês terão que passar não tudo de uma vez, mas pouco a pouco”, uma coisa vem primeiro, outra coisa depois. É assim que nós vemos.
A Bíblia diz que Moises escreveu estas saídas conforme suas jornadas por mandado do Senhor. Veja esta frase: “Por mandado do Senhor”. Aqui certamente vemos que o interesse do nosso Deus não é só meramente histórico, não escreveu história somente pela história, nós sabemos que Deus, Ele escreve a história. Romanos capítulo 15.4 e 5, nós vemos isso. Porque as coisas que foram escritas esta no livro das jornadas, isso é uma das coisas que foram escritas para o nosso ensino. Os santos do novo testamento, os cristãos, não somente eles estavam agora olhando para aquela história, mas eles sabiam que eles estavam vivendo era essa história. Deus não está interessado que sejamos antiquários da história. Ele quer que tiremos proveito da história, para hoje, para agora, tanto para nós como para aqueles que caminham conosco, que peregrinam conosco.
Ainda em Romanos, nesse mesmo texto, afirma “a fim de que, pela paciência e pela consolação das escrituras, tenhamos esperança”. Essa palavra “esperança” no grego é “ELPIS” – fala de um antegozo. Irmãos e irmãs, na medida em que estamos caminhando nessas jornadas espirituais, nós estamos tendo um antegozo da era vindoura. Ai ele diz: “Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus”. Então vejam bem, as jornadas, a história dessas jornadas, foram escritas para quê? Nós sabemos que foi pelo mandado do Senhor. Moisés escreveu essas jornadas por mandado do Senhor. Isto é, O Senhor lhe mandou escrever estas coisas. É dito para quê? Para o nosso ensino, ou seja, em cada uma dessas coisas vamos encontrar uns nomes estranhos, mas todos esses nomes têm significado espiritual em nossa vida. E algo aconteceu em cada uma dessas estações e há uma lição ou mais de uma, que nós precisamos aprender em cada estação e estas estações às vezes muitos largas.
 Parece que a nossa experiência é uma via-crúcis, mas que todos nós entendamos que foi escrita para que tenhamos paciência pela consolação das escrituras, isto é, o antegozo de tudo o que nos aguarda na era vindoura. Que coisa maravilhosa! Note bem, é isso o que a bíblia diz, para que tenhamos paciência. Foram escritas nas escrituras para que tenhamos esperança, para que a escritura nos dê, pelo seu Espírito, primeiro paciência e consolação. Pela paciência e pela consolação tenhamos esperança, isto é, aconteceram para o nosso ensino, foram escritas para o nosso ensino. O que aconteceu com Moisés e todas aquelas pessoas não aconteceu somente com o sentido histórico, arcaico. Não foi isso, meus irmãos e irmãs. Aquelas jornadas foram dirigidas por Deus. Cada saída e cada chegada foram dirigidas pela chegada da nuvem da glória do Senhor. O Senhor se levantava e dizia quando sair, aonde ir e para onde eles deveriam ir, e parar e quanto tempo eles deveriam ficar em cada estação. Tudo isso foi ensinado por Deus a Israel e foi ensinado em vista à nossa própria experiência cristã hoje. Quando Deus estava dirigindo-se a Israel ele não estava pensando somente em Israel. Deus estava, através de Israel, pelo caminho e com o Espírito santo, escrevendo a sua Palavra. Deus estava preparando as escrituras [ensino, paciência, consolação e esperança]. É isso que vemos em Romanos capítulo 15 e os versos 4 e 5. Então o ensino nos guia à paciência e quando temos paciência temos consolação e pela consolação temos a esperança. Todas essas jornadas foram escritas para nós.
 Há muitas passagens na Bíblia onde estas jornadas são resumidas e nesses resumos temos também essas lições para aprendermos, mas a intenção agora não é ler os resumos, é ler jornada após jornada, estação após estação, cada uma destas paradas onde temos grandes e preciosas lições para aprendermos na vida cristã. Uma coisa é chegar a uma estação outra coisa é sair dela e esta é uma experiência que temos que aprender. Às vezes chegamos a uma determinada estação e o Senhor quer nos levar a uma situação completamente diferente, mas não o mesmo chegar a uma determinada estação como em um mero avanço. E quando chegamos é um momento de sair de uma determinada estação e não entendermos nada, nenhuma delas, em cada estação deve haver uma experiência e cada saída deve haver também uma experiência. É isso que Deus deseja em nós. Uma estação pode ser boa quando é um avanço, pode ser algo mal quando é uma fixação, isto é quando você pretende permanecer ali. Resumir sua vida cristã toda numa só situação, numa só experiência, quando, todavia não temos experimentado algo. Está bem, chegamos a isso, mas o Senhor quer que nós avancemos. O Senhor vê que é conveniente que nós devemos levantar e ir para outra experiência.  Nós não podemos ficar parados na vida cristã. Nós precisamos avançar. Há situações em nossa vida em que não podemos permanecer do mesmo jeito. E só o Senhor sabe a hora de nós sairmos. Quando o Senhor vê que chegou à hora de sair, então vamos sair, vamos levantar do arraial, então vamos sair. Em cada uma dessas situações nós iremos aprender princípios espirituais.
 Veja aqui em Números capítulo 33, versículo, 3 quando diz: “partiram, pois, de Ramessés no décimo quinto dia do primeiro mês; no dia seguinte ao da Páscoa, saíram os filhos de Israel, corajosamente, aos olhos de todos os egípcios”. Aqui nós temos a PRIMEIRA JORNADA, quando eles saíram de Remesses. E a bíblia diz que eles saíram de Ramessés e acamparam em Sucote. Acampar em Sucote significa uma coisa, acampar em estação é uma coisa completamente diferente da outra, e sair aqui é outra experiência. Aqui nós temos que ver algo, veja bem, no versículo v4 diz assim:  

4 - enquanto estes sepultavam todos os seus primogênitos, a quem o SENHOR havia ferido entre eles; também contra os deuses executou o SENHOR juízos.
5- Partidos, pois, os filhos de Israel de Ramessés, acamparam-se em Sucote.

Aqui nós temos que ver duas coisas: sair de Ramessés é uma coisa, entrar em Sucote é outra coisa. Assim temos que ver Sucote em dois sentidos: o sentido da chegada, que é algo muito bom, porque Deus nos tira de algo mais atrasado pior, e nos leva durante um tempo durante a peregrinação e chegamos a algo muito bom, Sucote. Mas depois vai chegar o momento em que é necessário sair de Sucote, o Senhor ver que há algo em nós que foi ganho, algo que temos ganhado e aprendido. Ai sim é a hora de sair. Durante um tempo é bom, mas chega o momento em que tem que sair. Por isso é dito no novo testamento, veja o que diz Hebreus no capítulo 5, verso 11 e 12.

11 - “A esse respeito temos muitas coisas que dizer e difíceis de explicar, porquanto vos tendes tornado tardios em ouvir”.
12 - “Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido”.

Não seguimos adiante à perfeição, mas ficamos parados, alguns cristão estão assim, por isso todas essas jornadas continuam até que se tenha chegado à maturidade. Não podemos ficar parados, há momentos que nós temos que permanecer, mas depois não poderemos ficar ali. Temos que avançar na vida cristã.  È isso que aprendemos nessas jornadas.
Aqui nós vemos a palavra RUDIMENTOS. São os princípios elementares da fé cristã. Esta bem que haja um tempo para os rudimentos, o ABC da vida cristã. Veremos vários destes rudimentos nas primeiras estações. Chega o momento em que depois de tanto tempo é preciso sair deles e ir adiante, até a maturidade. Porém não se chega à maturidade de repente, mas é de glória em glória, de estação em estação, de triunfo em triunfo, de prova em prova, de circunstância em circunstância. É claro que a palavra triunfo é mais importante, mas a palavra nos diz “para que fôssemos provados”. Devemos ser levados para o deserto para que assim, provados, devemos ser levados para o deserto, por todos os lugares, para que venhamos alcançar o triunfo da vitória de Cristo.
Então já vimos o que significam essas jornadas, essas experiências espirituais do povo de Deus. E essas experiências são progressivas, cada estação tem dupla face. Bem aventurada chegada! Aonde chegamos isso é como algo novo, precioso, e acampamos ali. E graças a Deus pelo tempo que seja necessário que se possa ficar ali caminhando, aprendendo. O Senhor sabe que logo é hora de sair porque havia sido bom até aqui. Havia sido muito agradável chegar ali, havia sido muito maravilhoso aquela experiência de chegada, mas da mesma forma temos que sair, de maneira que cada estação tem dois aspectos o da chegada e o da saída. Vamos para um texto que se encontra em 1 Corintios v3. Neste capítulo podemos ler os resumos nos primeiros versículos, inclusive leia até o versículo 14, você poderá entender isso melhor. Paulo diz isso no capítulo 10, versículo 1 ao 5:

1 -“Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar,
2 - tendo sido todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual
4 - e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo.
5- Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto.

Você pode ler isso até o versículo 14, você vai poder entender melhor. Veja que o Apóstolo Paulo começa a chamar a atenção da Igreja nessas jornadas em que o povo de Israel passou pelo deserto. “Não quero que ignoreis” disse Paulo, isto é, que isso são coisas  que a Igreja não deve ignorar, escritas para  o nosso ensino, afim de que, pela paciência, pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança. Por isso foi Moises mandado por Deus. Deus deu ordens a Moisés: “Escreve estas jornadas em ordem”, isto é, Deus está interessado em que isso não se apague e fique apenas como registro histórico e arcaico e  arqueológico, Deus quer isto seja ensino, seja vida para nós. Paulo diz: “não quero, irmãos, que ignoreis”. Aqui ele faz o resumo onde nossos Pais estiveram debaixo da mesma nuvem e todos passaram pelo mar. Observe como Paulo está recordando todas as jornadas, ele está dizendo à Igreja: “não ignore isso”. Todos eles beberam da mesma Pedra Espiritual, veja como Paulo vai transcrevendo aqui aquelas experiências de Israel pelo deserto. Mas ele disse que: “Deus não se agradou de muitos deles, razão por que ficaram prostrados no deserto”. Haviam saído e batizados, haviam estado debaixo da nuvem, porém ficaram travados em algumas estações. Algo aconteceu em alguma estação que fez com que alguns, não avançassem ficassem neste nível. E o que foi que aconteceu? Ele nos diz: “ficaram prostrados no deserto”. Agora veja o verso seguinte; “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçam”. Quais são todas essas coisas mencionadas por Paulo? Aqui ele está resumindo em quatro versículos todas aquelas jornadas do povo de Israel. Ele está chamando nossa atenção sobre alguns pontos importantes, preponderantes daquelas jornadas. Ele diz “estas coisas” ou todos estes acontecimentos e lições, distintas que se sucederam naquelas jornadas serviram de exemplo para nós, para que devamos estudar estes livros das jornadas minuciosamente. Para que venhamos aprender as lições práticas para a nossa vida, pois são exemplos para nós. Se nós queremos viver a vida cristã na comunhão com Deus, uma vida guardada em Cristo, uma vida escondida em Cristo, precisamos dar atenção a essas jornadas que aqui começam. Alguns pontos importantes da nossa vida cristã hoje, irmãos e irmãs. Vocês precisam entender isso, estamos numa peregrinação espiritual, jornada espiritual, nós não podemos vacilar, não podemos errar, nós precisamos ser atenciosos, cuidadosos quanto a nossa vida cristã e Deus coloca diante de nós a sua Palavra como correção e como disciplina para que nós não venhamos vacilar, para que nós não venhamos errar, para que o Senhor através das jornadas venha nos disciplinar, irmãos e irmãs, sobre o nosso caminhar, como é que estamos vivendo a nossa vida cristã.
Que Deus te abençoe através dessa palavra. Eu prossigo ainda compartilhando sobre isso na esperança de que o Deus de toda graça, no poder do seu Espírito Santo, através da sua Palavra fale poderosamente ao seu coração.

As 42 Jornadas no Deserto




Introdução - Parte 06
Texto: Nm 4: 5,6


Nós temos visto aqui algumas seqüencias algumas prioridades na nossa jornada espiritual. Nós vemos aqui primeiro a arca, porque aqui a arca fala de Cristo, fala dos planos da centralidade de Cristo. Depois para aqueles que acompanham comigo essa seqüência maravilhosa do estudo das peregrinações no deserto, nós podemos ver que este versículo 5, de Números capítulo 4, nos leva para Atos dos Apóstolos capítulo 2, aonde nós podemos ver ali a mesma seqüência.
Se nós lermos Êxodo capítulo 25, quando o Senhor ordena a Moisés que construa o Tabernáculo, nós vemos que ali havia uma ordem de coisas a serem construídas. Então primeiro nós vemos o que? Nós vemos a arca. Então a centralidade de Cristo é algo nós precisamos notar. Então primeiro a arca, depois a mesa, candelabro, o altar do incenso com o incensário, esta é a ordem. Se nós lermos Atos capítulo 2, versículo 42, nós vamos ver que primeiro eles perseveravam na “doutrina dos apóstolos” isso fala da arca, porque lá no capítulo 5, de Atos, versículo 42 diz que a doutrina dos apóstolos era “Cristo”, diz assim: “E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo”. Essa é a essência da doutrina dos apóstolos, a doutrina é a “centralidade de Cristo”. Aqui nós temos a figura da arca. Depois nós temos o que? Temos a comunhão. Temos o partir do pão, temos as orações. Vimos o primeiro item dessa questão – a centralidade de Cristo.
Na primeira carta aos Corintios capítulo 15, vemos como o apóstolo estabeleceu essas prioridades. Então aqui teremos estas prioridades: primeiro vemos que é Cristo; a segunda o Espírito e a terceira o Corpo de Cristo. Quando Paulo escreve aos irmãos aqui no capítulo 15, versículos 1 ao 5, de Corintios, ele diz assim: “ademais, vos declaro irmãos”, isso é uma declaração apostólica do que é o Evangelho em sua primeira essência, “o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais”; “por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei, a menos que tenhais crido em vão”. “Porque, primeiramente” aqui está a ordem de prioridade, “vos entreguei o que também recebi”, ou seja, o que ele também recebeu desta mesma maneira, “de Cristo” aqui está o primeiro item, é a Pessoa, o Senhor Jesus, o Filho de Deus. Ele diz “que Cristo”, aqui está o primeiro grande aspecto. Aqui está a doutrina apostólica, Cristo. Ai ele diz “que morreu pelos nossos pecados”, ou seja, a morte de Cristo vem em segundo lugar. A morte de Cristo segundo todas as riquezas da Palavra de Deus. A Pessoa de Cristo e agora a Obra de Cristo, veja a seqüência. Continuando, “e que foi sepultado”, veja a seqüência. Então primeiro nós temos Cristo, depois temos a morte de Cristo, depois temos o sepultamento de Cristo, e “que ressuscitou”, olhe uma nova seqüência, “ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”, “E apareceu a Cefas e, depois, aos doze”. Nós lemos os versículos do 1 ao 5, de 1 Corintios capítulo 15.
Portanto meus irmãos e irmãs, nós podemos ver que Paulo segue dando uma lista de todas as pessoas que foram testemunhas oculares da ressurreição do senhor Jesus. Mas precisamos focar no que Paulo havia estabelecido. Aqui ele estabeleceu um fundamento e ninguém pode lançar outro fundamento sobre o que já está posto, “o qual é o Senhor Jesus Cristo”. Este é o principal, o primeiro, o único fundamento. Quem é Jesus Cristo? O Evangelho trata de Jesus Cristo, de nos apresentar ao Senhor Jesus. Pra mim e pra você depende de quem seja Jesus para nós. Porque só assim nós poderemos chegar a Deus. Se o Senhor Jesus Cristo é apenas um personagem histórico que passou pela terra e ensinou uma ética, mais ou menos, algumas coisas rabínicas, morais, muito pouco você pode desfrutar do que Deus tem para nós. Tudo o que Deus tem para nós, o tem na Pessoa, Obra e Doutrina do Seu Filho Jesus Cristo e o tem em Seu Espírito. Então meus irmãos e irmãs, o senhor Jesus é o tema central, toda a centralidade da doutrina dos apóstolos é Cristo. Os apóstolos no que se relaciona com a pessoa do Senhor Jesus eles eram muito cuidadosos, nós não podemos ser diferentes. Se quisermos perseverar nessa doutrina temos que andar na mesma linha, temos que sair do centro, do foco, e deixar que todo foco no Corpo de Cristo, nas reuniões da Igreja estejam sobre a Pessoa do Senhor. Entre outras coisas João nos diz que não devemos receber em casa determinada pessoas em relação a Pessoa do Senhor Jesus que estão desviando os assuntos. Olhe o que ele diz na sua segunda epístola, capítulo 1, versículo 10: “Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas”. O que lhe diz bem-vindo participa de suas más obras. A igreja tem que conhecer estas pessoas que na verdade não trazem essa doutrina acerca de Cristo, acerca da Pessoa de Cristo.
Veja em Romanos capítulo 1, versículo 1, diz: “Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus”. Aqui Paulo está citando Atos capítulo 13, quando o Espírito disse: “Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado”. Agora ele diz nesta epístola aos Romanos que ele foi separado para que? Para o “Evangelho de Deus que ele havia prometido antes por seus profetas nas Santas Escrituras”. Aqui ele se refere ao Antigo Testamento. O Antigo Testamento é a preparação de Deus para do Evangelho Deus, era a intervenção divina através dos profetas para tipificar, anunciar e fundamentar tudo que é relativo ao Evangelho. Veja que Paulo no versículo 3, nos diz qual é o tema central do Evangelho no que se trata o Evangelho de Deus, diz que ele “havia prometido antes por seus profetas” através das Escrituras do Evangelho acerca do seu Filho, ou seja, o tema central do Evangelho de Deus “é o Filho de Deus”, “é o Senhor Jesus”. Aqui começa tudo, esse é o fundamento, nosso Senhor Jesus Cristo. Agora identifica que é o Filho de Deus. Diz que é Jesus, ele é o Messias.
Em Mateus capítulo 16, versículos 16 aos 18, aqui Simão Pedro fez aquela magna declaração: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Ai o Senhor Jesus afirma:

17 - Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus.
18 - Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

Quando o Senhor fala: “Sobre esta pedra”, não diz sobre Pedro. Agora estava apontando para Ele “sobre esta Rocha”, “edificarei a minha Igreja”. Você acaba de confessar o que o Pai te revelou. Esta é a revelação. E essa é a confissão acerca de Jesus, é que Pedro está confessando, está declarando “o Filho de Deus” como o “messias de Deus”, “o Cristo”. “Sobre esta Rocha edificarei a minha Igreja”, ai está o fundamento! Todos nós precisamos saber disto. A Igreja está edificada sobre o Filho de Deus, sobre o “Messias de Deus”, sobre Cristo, sobre “esta Rocha edificarei a minha Igreja”. Ai está o fundamento, sobre o Filho de Deus. Morto por nossos pecados, ressurreto, o Senhor da glória. Sobre ele está edificada a Igreja. Ele tem que nos revelar. Temos que conhecer o Filho de Deus porque ele revela-nos o Pai. Deus se agradou em revelar no seu Filho ele mesmo. Não foram carne nem sangue que revelou para Pedro, foi o Pai. A Igreja tem que estar centrada desfrutando do Senhor Jesus, conhecendo-o. Precisamos irmãos e irmãs, estar perplexos por conhecer a cada dia mais e mais a revelação de deus em Cristo na comunhão da Igreja, na vida da Igreja.
Irmãos e irmãs entendam de uma ver por todas Deus não recebe outro sacrifício de nossa parte, mas somente o que o Senhor Jesus fez em nosso favor. Ninguém pode chegar-se a Deus tendo como base qualquer outra coisa senão o Senhor Jesus Cristo. O melhor sacrifício que podemos apresentar é a nossa fé no senhor Jesus, é o nosso amor, o nosso apreço, o nosso conhecimento por ele. Não um conhecimento intelectual, mas um conhecimento experimental, espiritual. Aqueles que conhecem ao Senhor são os que apreciam o senhor, que agradam que confiam no senhor, este é o único sacrifício que deus realmente recebe. É o apreço que nós temos pelo Seu Filho. Não é nada que nós temos em nós mesmos, não que mereçamos que podemos. Quem é Jesus em nós para nós? O que nós confessamos dele? Qual é o nosso apreço em relação a pessoa bendita do Senhor Jesus? Até que ponto nós o conhecemos? Será que nós temos compreendido isso? Porque é isso que importa para Deus, essa é a prioridade, esse é o fundamento. Isso tem valor para Deus! Precisamos confiar verdadeiramente no Seu Filho, crer Nele de todo o nosso coração.
Irmãos e irmãs, todos os sacrifícios que Deus deu, que no Antigo Testamento para que se apresentasse diante Dele, para que pudesse receber do seu povo, todos esses sacrifícios apontavam para a Pessoa do Senhor Jesus, representava o Senhor Jesus. E quantos sacrifícios eram? Eram de muitas classes. Era necessária uma quantidade de bezerros, cordeiros, touros, pombinhos, milhares tinham de ser sacrificados. Quando havia festas, tinha que sacrificar muitíssimos animais, por que o sacrifício do senhor Jesus é muito grande não pode ser representado com mesquinhez, tinha que ser representado com abundância, porque Ele é abundante! Como Igreja nós nos reunimos em torno da Pessoa do Senhor Jesus, debaixo unicamente do Seu nome para nos alimentar Dele, para apreciá-lo, para receber Dele o testemunho daquilo que ele fez lá na cruz do Calvário. O Evangelho de Deus é acerca do Seu Filho, é disso que trata o Evangelho de Deus. Há algo em deus que tem complacência com a Pessoa do Seu Filho, antes ainda de criar tudo. Ele fez toda a criação para o Seu Filho, e a fez Nele, e o seu anuncio é acerca Dele para que conheçamos o Seu Filho, a Pessoa do Senhor Jesus a quem Ele tem enviado, e Ele é a nossa vida eterna doada do Pai para nós. O evangelho acerca do Senhor Jesus era a linguagem dos profetas, era a linguagem que Davi cantou. Ai começa o Antigo Testamento a ter sentido para nós.
No Antigo Testamento foi revelado para nós que o Messias viria para nos resgatar, olhe Isaias capítulo 53, ai nós veremos esta grande verdade. Devemos ler o capítulo 7 e 9, de Isaias. Veremos a revelação gloriosa acerca Dele e da Pessoa do Senhor Jesus. Todas essas coisas apontam para Ele. Se olharmos para o Antigo Testamento, a partir do capítulo 25, do livro de Êxodo veremos lá no Tabernáculo a grandessíssima revelação acerca da Pessoas do Senhor Jesus em cada detalhe, em cada uma daquelas mobilhas, naquelas pequenas peças, por mais pequenas que sejam elas revelam coisas grandes acerca da Pessoa do Senhor Jesus. É isso que o Pai deseja que nós pensemos que nós entendamos. É isso que nós temos que ver que temos que enxergar, senão perderemos por completo a visão da Pessoa do Senhor Jesus.
Que Deus possa nos levar para dentro disso. Para a revelação dessa verdade no Seu Espírito, que isso venha tocar profundamente o nosso coração. Que possamos guardar essa Palavra no nosso coração, para que possamos a cada dia ser edificado e edificar, como membros do Corpo de Cristo Jesus. 

Por: Luiz Fontes

sábado, 9 de novembro de 2013

1ªEstação – Ramessés- Parte 05



As 42 Jornadas no deserto
TEXTO: Nm 33: 1-4


Muito bem irmãos e irmãs, quando consideramos os doze primeiros capítulos do livro de Êxodo, nós nos deparamos com a primeira estação que é Ramessés. Aqui nós vemos uma situação de escravidão.
Lá você vê a história das crianças hebréias, estavam todas, especialmente os meninos decretados à morte. Se nascesse um menino, ele teria que ser jogado aos crocodilos, porque esses eram animais adorados pelos egípcios, lá no Nilo. Ali foi quando aquelas parteiras viram aquele menino bonito e o protegeram. E levou ao Faraó sua mãe e ele queria matá-la. O Senhor guardou aquele menino através da sua mãe e depois através da própria filha de Faraó. Aqui vemos como Deus começa a preparar Moisés dentro da corte de Faraó. Com as estratégias militares com que treinavam o seu grande exército, o seu capitão, os seus generais, lá no Sinai. Os grandes herdeiros e os grandes príncipes egípcios eram militares, eles tinham que treinar nesta parte do exército. De um lado do deserto do Sinai se treinava os príncipes, os militares do Egito, mas da outra parte do Sinai eram os Midianitas que treinavam ali. E justamente Deus manteve Moisés durante quarenta anos de um lado do Sinai. Aqui ele pode ser treinado para o trono do Egito, para ser “Faraó Moisés I”.
Lá no Egito, no Templo do Sol, foi onde ele aprendeu toda a Ciência do Egito. É incrível quando você estuda e vê que de um lado do Monte Sinai Deus preparou Moisés durante quarenta anos. Como também os levou para as terras de Midiã e também o trinou ali para que ele pudesse ser preparado para levar o povo para a terra de Canaã. Deus preparou Moisés de um lado do Sinai 40 anos e do outro lado do Sinai mais 40 anos. E ele cresceu e aprendeu toda a sabedoria do Egito, conhecia a maneira do governo de Faraó, conhecia o estilo militar, porque os príncipes tinham que ser treinados.
E logo que ele fugiu depois de haver matado o egípcio, o Senhor o levou para Midiã, que ficava justamente do outro lado da península do Monte Sinai, ali onde estava Edon e Midiã. Foi ali que ele conheceu Jetro, que depois se tornou o seu sogro, que era Sacerdote de Midiã.
Se você estudar a Bíblia você vai ver que os Midianitas procediam de Abraão. De maneira que Moisés herdou a tradição dos Midianitas, como também a tradição egípcia. E ele esteve ali, agora nas terras de Midiã pastoreando o gado, as ovelhas de seu sogro Jetro. Ele foi treinado 40 anos, pastoreando ovelhas. Deus fez coisas tremendas na vida de Moisés pastoreando ovelhas. Aqui nós temos a Faculdade de Deus onde ele prepara aqueles que ele chama para a sua obra.
Então nós vemos que depois aparece Deus e diz para Moisés que viu a opressão do seu Povo e que ele havia vindo para livrá-los. Aí Deus envia Moisés, mas Moisés não quer ir. Ele dizia que era pesado em língua. Antes, naqueles 40 anos no Egito, onde ele aprendeu toda a Ciência, nós vemos um Moisés voluntarioso, mas depois deste treinamento, agora que ele passara nas terras de Midiã, nós vemos o Senhor motivando ele, levando-o a compreender o seu Plano e a se submeter à sua agradável vontade. Depois nós vemos que ele se apresentou perante Faraó, com aquelas pragas. Aquelas pragas eram contra todos os deuses do Egito. Então o Senhor, ao enviar as pragas, Ele estava decretando, declarando para o próprio Faraó como também para todos os egípcios, que tudo aquilo era contra os seus deuses. Eles criam nas rãs, então Deus enviou rãs para eles. Ele ia mostrando o verdadeiro caráter dos seus deuses e fazendo juízo contra esses deuses. Faraó era para os egípcios também um deus e ao mesmo tempo nós vemos que o herdeiro de Faraó era visto também como um deus. Era normal que Faraó pusesse o filho à frente nos procedimentos e que fosse cedendo pouco a pouco o governo, até que por fim, o seu primogênito assumia o governo. Ele era adorado como deus, era tido como o filho do Sol. E isso é o que significa a palavra Ramessés. Então, meus irmãos e irmãs, o Senhor trouxe juízo através das palavras de Moisés.
Então nós vemos que o Egito é uma condição de escravidão terrível e a nossa vida pessoal e espiritual precisa ser libertada do mundo. É desse estado de caos, de idolatria, de pecado, de perversidade, de sutileza maligna é que o Senhor deseja nos libertar. Sair do Egito significa uma libertação completa.
A Palavra do Senhor, em Efésios, capítulo 2, versículo 3 diz que “nós éramos filhos da ira”. Uma coisa adquirida por natureza é mais grave do que uma coisa adquirida por casualidade. Alguém pode dizer até que não é tão pecador assim, alguém pode dizer que não se acha tão pecador assim. Irmãos e irmãs, nós precisamos ver o quanto estas questões acerca do pecado, do mundo em nós são coisas graves e sérias. Veja que em Mateus, capítulo 26, versículos 33 e 34, nós vemos Pedro respondendo ao Senhor Jesus assim:  

33 - Disse-lhe Pedro: Ainda que venhas a ser um tropeço para todos, nunca o serás para mim.
34 - Replicou-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes.

Pedro não sabia o que era ser escravo de uma condição pecaminosa. O pecado é algo muito grave. É isso que representa a nossa vida em Ramessés, essa escravidão não somente no que fazemos, mas também naquilo que somos. Tão logo você decide seguir o Senhor, à medida que você for seguindo mais e mais, você vai perceber o quanto estava enganado quanto a você mesmo. Você vai ver o quanto é profundo e foi profundo na sua natureza a questão do pecado.
O problema do homem não é que de vez em quando ele comete pecado, faz coisas erradas, coisas más, mas o fato de que é mal todo o seu ser por natureza. O Senhor Jesus disse “como vós podeis fazer coisas boas sendo maus?”. O problema é que nascemos mal, em uma condição de maldade. O mal não está somente fora de nós, como disse João Jacó Russet “que o homem nasce bom e sociedade corrompe”. O estranho é como se corrompeu a sociedade com gente tão boa. Olhem, irmão e irmãs, o homem não nasce bom, o homem nasce mal. É por isso que a nossa sociedade, a sociedade humana é má, é injusta. Às vezes a constituição é bonita, mas cumpri-la é o que não fica bem.
Quem então está escravo em Ramessés? O que é sair de Ramessés? Irmãos e irmãs temos que entender primeiro o que Ramessés significa para nós. Saber que Ramessés fala desta escravidão, do pecado, da culpa, da escravidão do mundo, temos que entender tudo isso. Nós temos que olhar para tudo isso. Se nós não entendemos o que é estar escravo em Ramessés não saberemos o que significa sair de Ramessés. Temos que compreender a libertação que o Senhor operou em nós. O Senhor não só quer perdoar o que fizemos como também o Senhor quer livrar-nos daquilo que somos e nos fazer novas criaturas, porque a velha criatura não pode mais reinar em nós. Não podemos continuar a viver a vida cristã na esfera do velho Adão. O velho homem que temos em nós, na nossa constituição carnal, tem que ser crucificado. É a carne, e a carne não pode reinar em nós. Não podemos viver a vida cristã na esfera da carne.
Alguns pensam que tem que educar um pouco o seu homem natural. Irmãos e irmãs, nós não podemos fazer isso, é mentira do diabo, nós temos que nascer de novo, nós temos que morrer com Cristo, nós temos que ser restituídos com Ele na sua morte, na sua crucificação, na sua ressurreição e na sua ascensão.
A Bíblia diz “que pela desobediência de um, muitos foram feitos pecadores”. Nós fomos constituídos pecadores com Adão, somos pecadores por constituição, mas pela obediência de Cristo Deus nos fez novas criaturas.
O que nos faz justos é receber pela fé a Cristo, se alimentar do cordeiro, se alimentar Dele. Ele mesmo dissera lá em João no capítulo 6, versículo 57, “Assim como o Pai, que vive, me enviou, e igualmente eu vivo pelo Pai, também quem de mim se alimenta por mim viverá”.
Meus irmãos e irmãs, que nós venhamos compreender isso claramente. Precisamos compreender que essa é a obra de Cristo em nós. Sempre teremos que continuar lutando para que Cristo prevaleça em nós até que nós venhamos ser libertos, não só do que fizemos, mas também do que somos. Como também do sistema do mundo e não só do sistema visível, mas também do invisível, de todas essas coisas nós temos que ser libertos. Devemos ser libertos da culpa do pecado, precisamos ser libertos também do pecado.
Lá em Romanos nos fala da lei do pecado e da carne em nossos membros. Que quer dizer que nossos membros estão programados debaixo de uma lei, da natureza pecaminosa, para pecar e para morrer. Veja que Romanos capítulo 7 nos diz isso com muita clareza: “porque sabemos que a lei é espiritual, mas eu sou carnal, vendido ao pecado”. É isso que diz amar a Deus sobre todas as coisas, é algo espiritual, mas Paulo diz: “mas eu”. Esse que é o problema: o “eu”. A lei é muito boa. A constituição pode ser magnífica, mas “eu”. Esse é que é o problema, é que “eu” sou pecador. Eu sou carnal, como diz Paulo, vendido ao pecado. Veja o versículo 15, do capítulo 7 de Romanos: “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto”. Paulo diz que é o pecado que reside em nós, aqui pecado, no singular, é que nos faz pecar.
Você entende isso! Graças a Deus pela sinceridade de Paulo aqui, veja que Paulo sempre fala na primeira pessoa. Mas isto está relacionado a nós.
Aqui irmãos e irmãs, é que começa a se abrir diante de nós a pura verdade acerca de nossa libertação. Nós fomos libertos na morte de Cristo. O versículo 5, do capítulo 6 de Romanos diz que “Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição”. Mas não somente fomos unidos com Ele, sabe o que aconteceu conosco também? A Bíblia diz que nós, eu e você, fomos sepultados com Ele. Olhe o versículo 4 de romanos 6.
Romanos capítulo 6, versículo 6, diz “que já fomos crucificados com Ele”. Se nós fomos crucificados com Ele, mortos com Ele, sepultados com Ele, ressuscitados com Ele, então nossa vida é numa esfera de completa oposição a realidade da vida do mundo. É isso que se requer de nós, essa tem que ser nossa vida, esse é o nosso viver, essa é a nossa libertação. Em Cristo nós fomos libertos.
Por isso quando você estuda os escritos de Paulo, pode ver que ele usa uma frase profunda, uma frese extremamente significativa na nossa experiência. A frase é “em Cristo”. Veja que no capítulo 7 de Romanos ele diz: “eu mesmo”. Ele sempre falou na primeira pessoa. Agora veja que Paulo aprofunda um pouco e revela para nós a completa libertação e essa libertação é mediante a crucificação, a morte, o sepultamento e a ascensão do Senhor Jesus. Esta é a nossa libertação. Aqui está o segredo da nossa vida liberta de Ramessés, liberta do mundo, liberta do pecado, liberta da culpa, liberta dos pecados. É nesta vida e por esta vida que nós temos que viver, devemos viver porque esta vida não é a nossa própria vida liberta. É muito mais do que isso, é vida de Cristo infundida dentro de nossa vida sendo nossa vida. Cristo é nossa vida, nosso viver é Ele. Ele agora está mesclado no nosso ser. Essa é a libertação verdadeira. É sobre isso que quero compartilhar um pouco com vocês, para que nós venhamos compreender a profundidade do significado do pecado, do poder do mundo, do poder da culpa.

Que Deus poderosamente fale ao seu coração.

Por: Luiz Fontes